domingo, 31 de janeiro de 2010

Fruto da semana... o diospiro!


O diospiro é o fruto das árvores do género Diospyros e é originário da China. O seu cultivo é mais propício em zonas temperadas. A coloração pode apresentar-se desde amarelo-alaranjado até um laranja escuro. Dependendo da espécie, o seu tamanho varia entre 1,5 e 9 cm de diâmetro. Normalmente, o caule e o cálice do diospiro formam uma espécie de capuz e permanecem acoplados ao fruto depois da colheita, sendo facilmente removidos quando o fruto amadurece.

Habitualmente, o diospiro tem um elevado conteúdo de taninos, o que faz com que os frutos não amadurecidos sejam adstringentes e com sabor amargo. Ainda assim, existem variedades com baixos teores de taninos, denominados não - adstringentes.

Informação nutricional

O diospiro é constituído principalmente por água, tal como a maioria das frutas. É rico em hidratos de carbono, sobretudo frutose, o que determina o seu valor energético moderado e o sabor doce. Tem quantidades moderadas de fibra solúvel, denominada pectina, de carotenos (pro-vitamina A) e de potássio.

Vantagens e desvantagens

Devido ao seu elevado teor de hidratos de carbono, principalmente daqueles com absorção rápida, o consumo de diospiro deverá ser moderado pelo aporte energético e pelas alterações de glicemia (nível de açúcar no sangue) que podem provocar.

Quando a pectina, uma fibra solúvel encontrada nas frutas, chega ao intestino sofre um processo de fermentação que liberta ácidos gordos de cadeia curta. Estes são responsáveis pelos efeitos benéficos para a saúde, nomeadamente no controlo da glicemia e dos níveis de colesterol no sangue, ajuda no processo inflamatório na parede do intestino e promove uma flora intestinal mais saudável.

O potássio é importante para a tensão arterial, para o equilíbrio dos fluídos do corpo e para a contracção muscular. Tem um leve efeito diurético pelo seu conteúdo em água e potássio, que poderá ser benéfico no caso de gota e hipertensão arterial ou em caso de perdas excessivas de potássio, como durante a utilização de diuréticos. É desaconselhado em casos de insuficiência renal, visto que nesta condição o consumo de potássio é restrito.

Os carotenos são transformados em vitamina A depois de absorvidos pelo organismo. A vitamina A é um componente dos pigmentos visuais responsáveis pela recepção de luz na retina dos olhos. Além disso, é importante para uma pele saudável, no crescimento, desenvolvimento ósseo e para a reprodução.

Como comprar e conservar

Escolha diospiros que ainda conservem o pedúnculo e o cálice. Manipule com cuidado porque tem uma pele muito sensível a danos físicos. Poderá optar por comprar o fruto ainda duro e deixar amadurecer em casa, visto que o processo de amadurecimento é rápido e pode ainda ser acelerado se for colocado junto de outras frutas, como a banana. Evite os danos na pele e o amadurecimento excessivo porque nessa altura a pele tende a quebrar-se e poderão desenvolver-se assim bolores na superfície.


Receita: Bolo de Diospiro

Ingredientes
- 1 gema
- 250 gr açúcar
- 2 colheres de sopa de manteiga (derretida e arrefecida)
- +- 4 diospiros
- 1 colher de chá de canela
- raspa de meia laranja grande
- raspa de meio limão grande
- 1/4 colher de chá de sal
- 300 gr farinha
- 2 colheres de chá de fermento
- 1/2 chávena de nozes partidas
- 1 clara

Preparação
Bater a gema e adicionar progressivamente todos os ingredientes incluídos na primeira parte
da lista. Quando a massa estiver homogénea, misturar a farinha e o fermento. Finalmente introduzir as nozes. Juntar esta massa à clara batida em castelo bem firme e envolver com uma colher de pau. Levar a cozer em forno médio, em forma untada e polvilhada com farinha, +- 1 h.

(informação encontrada na internet)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A Batata


A Batata (Solanum tuberosum) é um tubérculo perene pertencente à família da Solanaceae.

É é originária do Peru
e é cultivada há mais de 7000 anos. É um dos vegeitas mais utilizados no mundo e é a terceira cultura mais importante como fonte de alimento, sendo apenas superada pelo arroz e pelo trigo. Cultivam-se actualmente milhares de variedades de batata.

A batata chegou à Europa no século XVI por duas vias diferentes: por Espanha, em 1573 e pela Inglaterra, em 1590, sendo nessa altura utilizada sobretudo como uma Planta Ornamental. Em Portugal as primeiras referências à batata surgem apenas em 1789

As batatas têm grande importância na culinária. Podem ser consumidas fritas, assadas, ensopadas, cruas ou cozidas.
São muitas vezes consumidas quentes, como acompanhamento da refeição principal, ou frias, como parte de saladas
. Podem também ser comidas recheadas ou em puré. A batata frita em tiras curtas e muito finas, chamada batata palha, é muito usada em acompanhamentos a pratos diversos.

Rica em hidratos de carbono, a batata é grande fonte de energia. Contém também sais minerais, vitamina C e, em pequenas quantidades, vitaminas do Complexo B.
Estes nutrientes podem perder-se durante a cozedura. Para evitar isto podem ser cozidas com casca e sem serem cortadas.

Quando cortadas e descascadas devem ser cozidas em pouca água, que deve depois ser aproveitada, por exemplo, em sopas.

A batata crua acaba com dores de estômago e problemas do intestino. Quando crua e ralada, combate infecções, picadas de insectos e quaisquer irritações da pele. Rodelas de batata crua sobre a testa ajudam a eliminar dores de cabeça.

As batatas esverdeadas e as que estão em germinação nunca devem ser consumidas, pois produzem intoxicações que se manifestam através de cólicas e gastrites.

O período de colheita vai de Janeiro a Junho.

Salada de Batata

Ingredientes:
700 g de batatas;
2 cenouras;
2 ovos;
sumo de limão;
sal e pimenta a gosto;
2 dentes de alho picado;
salsa picada a gosto;
maionese a gosto.

Preparação:

Cozinhe as batatas já descascadas e cortadas em
pedaços juntamente com as cenouras (também já cortadas) e os ovos.
Quando a batata estiver cozida, escorra bem e misture imediatamente com os demais ingredientes.
A salada deve ser temperada ainda quente.
Coloque no frigorífico até servir.



Como dizer batata noutras línguas

Potato - inglês

Patata - espanhol

Pomme de terre - francês

Kartoffel - alemão

Potatis -sueco

Brambor - checo

Ziemniacznej - polaco

domingo, 3 de janeiro de 2010

E ainda mais uma:


Para que todos nos possam acompanhar:





O primeiro legume do ano, hoje no Couves Para Todos!








Originária do leste do mediterrâneo é utilizada na alimentação humana desde 500 aC.

Da família das compostas, as alfaces são cultivadas sobretudo três tipos a “longifólia”ou (alface romana (1) a “Crispa”ou (alface crespa(2) e a “capitata” ou (alface repolhuda(3) também chamada de americana, donde derivam as muitas variedades que encontramos no mercado como por exemplo: (a roxa (4) a (maravilha das 4 estações), para cultivar no Inverno, (rainha de Maio) cultura na Primavera (repolhuda de Lisboa) para a cultura do Verão; existem ainda a Alemã frisada ou a (gigante de Portugal)

Qualquer das variedades é rica em vitaminas A e C, sais minerais, tais como: cálcio, fósforo e ferro.

Por possuírem pouquíssimas calorias (15 calorias por 100 gramas), esta verdura pode ser consumida à vontade.

A sua ingestão tem a propriedade de desintoxicar o fígado, as cataplasmas quentes de alface, são indicadas para o tratamento de inchaços e inflamações.

Na alimentação usa-se em saladas, simples ou mistas, sopas.

Receita:

Creme de alface (não vegetariano)

Ingredientes:

  • 1 Lt de caldo de carne sem gordura
  • 1 pé de alface lisa em tiras
  • 1 caneca (chá) de tomate sem pele, sem sementes
  • 1 cebola picada
  • quanto baste de pimenta
  • 1 folha de louro
  • quanto baste de sal

Preparação:

Leve ao fogo o caldo e os temperos. Deixe cozinhar por 20 minutos. Acrescente a alface e cozinhe por 3 minutos.
Se quiser, pode bater no liquidificador antes de servir.
Sirva com torradas.

p.s.1 - um outro especial obrigado à Susete, por mais uma colaboração com o blog. Desta vez, com um vegetal muito especial: a alface!

p.s.2 - A equipa Couves Para Todos! deseja um óptimo ano aos seus leitores e seguidores, e aos seus amigos e familiares. Muita saúde, amor e uma alimentação equilibrada! E muitas visitas à nossa horta, aos domingos a partir das 10h, para conversar, trabalhar, ajudar, ou simplesmente levar algo para uma deliciosa sopa!

Bem haja.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Uma horta no centro da cidade - artigo do jornal i

A ideia surgiu em Agosto de 2008. Três estudantes, na casa dos 20 anos, com um objectivo concreto: criar uma horta comunitária


O espaço não chega a um hectare, no Monte Abraão, em Queluz, organizado em quadrados perfeitos. Banheiras a céu aberto e uma taça de campeonato são elementos suspeitosos, mas no Verão os espantalhos erguidos no centro de cada rectângulo denunciam talhões agrícolas. O sítio foi escolhido a dedo, ao lado de um bairro social que já desenvolvia actividade agrícola numa antiga lixeira, a metros das entradas de prédios.

"São pessoas que têm um sentido muito enraizado de propriedade do solo, que plantam para subsistir", explica ao i Ricardo Canelas, um dos fundadores. O terreno camarário estava ao abandono, era "um aterro com restos de obras de que já ninguém se recorda". E a ideia do grupo - hoje com um núcleo duro de quatro pessoas e 20 colaboradores - era fazer daquele um espaço de convívio, ultrapassando a mera condição de horta urbana. "É revitalização urbana, mas com um espectro de possibilidades mais alargado do que aquilo que se vê pela janela", conta Miguel Morais, um dos membros mais activos. "Os ganhos são subjectivos. Aqui produzimos para contrariar a ideia de subúrbio, mudar a relação que as pessoas têm com o espaço."

Aos domingos, o convívio está espelhado para quem passa: uma cadeira de barbeiro debaixo de uma árvore convida a sentar-se, agarrar num espelho e ver barba e cabelo aparados sem pagar; ao lado, mesas de churrasco onde cada um grelha carne à vez. "É um bairro social, na sua forma mais básica", explica Liliana Farelo, uma das mais recentes e empenhadas horticultoras. "Partilha-se tudo: tome umas alfaces, dê-me uns coentros."

Regresso às raízes Nos planos para os próximos tempos, realça-se um: o convite feito pelo Palácio Nacional de Queluz para que a mesma ideia seja implantada nos jardins do palácio. O grupo não tem ilusões. "O que queremos é ensaiar maneiras de tornar esta actividade sustentável e produtiva nas cidades", explica Canelas. "Ao produzir para comer, reduzimos a pegada ecológica dos alimentos; com as plantações damos espaço a ecossistemas para crescerem. É uma soberania alimentar, e a outros níveis, que as cidades não conhecem", adianta.

No início, a contrariar os prós, a falta de experiência era o contra partilhado por todos. A ajuda dos avós foi essencial, mas a internet - e o "Borda d'Água", nossa bíblia - foi a primeira grande patrocinadora do projecto. Hoje, são agricultores exímios, adeptos de uma actividade livre de químicos. "Misturar aguardente, água e alho é o melhor para acabar com pragas de piolhos", exemplifica Liliana.

Oferecem ervas e couves à equipa do i, mas não se perdem no discurso. "Na Holanda, os planos directores municipais já incluem espaços para agricultura urbana. E é irónico que a terra mais fértil de Portugal esteja concentrada no litoral, que está mais urbanizado", sublinha Canelas. "Tem de se pensar localmente, senão os projectos estão condenados ao fracasso", conclui Miguel. "Copenhaga, provavelmente, não vai servir de nada, porque estão a querer começar no fim do ciclo."

Na era do Farmville, o grupo levanta- -se cedo para cuidar da horta - mas de mãos na terra e longe do computador. Não procuram subsídios, antes um efeito bola-de-neve: que mais gente veja a horta e queira participar no projecto.

O primeiro ensinamento para os novatos? As banheiras estão ali para recolher água da chuva, utilizada na rega. A taça de campeonato é mero adereço, desenterrado pelo grupo e que ali ficou a abençoar o projecto.

no i online

domingo, 13 de dezembro de 2009

And now for something completely different...

O vegetal da semana é um fungo, é o Cogumelo, um verdadeiro power-up! Obrigado Jójó pelo generoso contributo! E, já agora, os nossos devidos respeitos ao maior mushroom-eater da história (ver aqui)


Agaricus bisporus, ( A. bisporus, conhecido como champignon ) Lentinula edodes ( L. edodes, como Shiitake ) e Pleorotus spp ( shimeji ou hiratake). Cogumelo, um alimento com características nutricionais excelentes, com alto teor de proteínas e fibras alimentares, além do baixo teor de lipídeos e fonte considerável de fósforo.

São conhecidas aproximadamente 2000 espécies comestíveis e cerca de 25 de­las são cultivadas comercialmente.

Os cogumelos que nos surgem a toda a hora nas matas, florestas, pardos e mesmo nos nossos jardins, no Outono e Primavera, não são mais que os “frutos” de um fungo que vive no solo, nos troncos das árvores ou até mesmo nos excrementos dos animais. Estes fungos que têm a capacidade de produzir cogumelos (ou frutificações) a que podemos chamar “macrofungos” em oposição aos fungos que só se observam bem ao microscópio, mas que nos são igualmente úteis, como por exemplo as leveduras que nos permitem fazer pão, vinho e cerveja.

Estes fungos foram há muito tempo classificados como “plantas”. Eram no entanto umas plantas estranhas que não faziam fotossíntese nem tinham raízes. O conhecimento aumentou e os fungos são agora considerados um reino separado das plantas fazem parte do reino Fungi.

Como não fazem fotossíntese os cogumelos têm que ir buscar energia a outras fontes e por isso alguns são parasitas, outros saprófitas (alimentam-se de matéria morta) e alguns são ainda simbiontes (fazem associações com outros organismos de modo a todos tirarem vantagem…uma espécie de cooperativa biológica!).

Seja qual for a seu modo de alimentação todos desempenham um papel fundamental nos ecossistemas, em muitos casos a relação que mantêm com a Humanidade é de longa data e ocasionalmente poderíamos dizer que é uma relação de amor-ódio. Tanto podem ser uma iguaria gastronómica rica em fibras, polissacáridos e proteínas, como podem ser a causa morte por colapso hepático. Tanto podem ser um meio de protecção e desenvolvimento acrescido das árvores nas nossas matas, florestas e pomares, como podem ser a causa de morte e destruição das nossas arvores e/ou produtos agrícolas.

É então fundamental conhece-los, pois apesar de usados, quer gastronomicamente, quer medicinalmente há milénios, a verdade é que são verdadeiros desconhecidos para a maioria das pessoas.

Para os reconhecer é preciso saber e usar praticamente os 5 sentidos, é necessário conhecer características de textura, cor, cheiro, e sabor e ter em atenção qual o habitat em que são encontrados, e mais do que tudo, é necessário experiencia e bom senso. O bom senso que não deixa que, quando se tem duvidas, se arrisque a ingerir cogumelos silvestres.

Podemos no entanto ficar restritos a um pequeno grupo de cogumelos largamente utilizados, e inclusive produzidos comercialmente. Serão não mais de 10 espécies, quase todas com inicio de produção em países como a China e o Japão, e só importadas para o ocidente num passado muito recente. No entanto já é possível encontrar variados tipos de cogumelos nas prateleiras do supermercado.

O mais interessante, é que alguns destes cogumelos são relativamente fáceis de ser produzidos em pequena escala e em casa, na horta, ou no jardim, em palha, cevada, troncos ou material compostado.

Agaricus bisporus, ( A. bisporus, conhecido como champignon ), Lentinula edodes ( L. edodes, conhecido como Shiitake ) e Pleorotus spp (conhecido como shimeji ou hiratake), são 3 dos cogumelos mais vulgarmente comercializados e facilmente encontrados em grandes superfícies ou lojas gourmet.


Os Agaricos são cogumelos que não conseguem extrair os seus nutrientes de material ainda muito lenhoso, por isso, digamos que precisa de uma “pré-mastigadela” enzimática do material sobre o qual vai crescer. Precisa de material compostado para poder crescer e desenvolver-se. Este cogumelo pode ser produzido “artesanalmente” se dispusermos de um composto, o que pode ser perfeitamente a matéria compostada resultante da actividade da horta. É uma maneira de ter mais-valias nutricionais e económicas numa horta.

O shiitake e o pleurotus têm uma maior capacidade de degradação de material ainda muito lenhoso, pelo que são cogumelos que podem e são muitas vezes cultivados em troncos ou pedaços de madeira, o que torna a sua produção muito mais fácil que o agaricus. Neste caso não há necessidade de previamente compostar material orgânico para os fazer crescer, um simples ramo ou tronco de árvore pode ser a nossa “fábrica” de cogumelos.

Temos que ter em atenção que nem todas as espécies de árvores servem, uma vez que as resiníferas não são adequadas, porque a resina não permite que o fungo cresça, logo que o cogumelo se forme. Assim, se tivermos disponíveis troncos de cerca de 10 cm de diâmetro de plantas como tílias, carvalhos, freixos ou ate mesmo eucaliptos, podemos inoculá-los com o micélio dos nossos cogumelos (micélio é a parte não reprodutora dos fungos, é o que cresce sempre na base do cogumelo e lhe dá origem, é o fungo em si) e se os deixarmos ao ar livre (regando periodicamente para manter um grau elevado de humidade), em 6 meses teremos cogumelos a surgirem no nosso tronco.

Este é um processo produtivo que também pode ser desenvolvido na horta, basta para isso obter o inoculo (a “semente” do nosso cogumelo) já previamente crescido para inocular os nossos troncos, um pouco de espaço (embora os troncos possam ser empilhados uns sobre os outros), alguma rega, paciência para a espera e pronto…

Existem muitas receitas de cogumelos à nossa espera, embora grelhados só com sal seja uma das mais apreciadas. Aqui vai um exemplo:


Salteado de legumes light

- 2 colheres rasas de margarina light (ou azeite)

- 1 dente de alho

- 2 colheres (sopa) de salsa picada

- sal

legumes cozidos:

- 1 chávena de couve-flor

- 1 chávena de brócolis

- 1 chávena de cenouras

- 1 chávena de feijão verde

- 1 chávena de champignons

Aqueça bem uma frigideira anti-aderente, coloque a margarina (ou azeite) e frite nela o alho, juntando a salsa picada e mexendo mais um pouco. Junte os legumes e o champignon. Acerte o sal e refogue por alguns minutos.